Sábado foi dia de paella. Dani e Diego foram os chefs. Estava uma delícia!
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Monday, February 14, 2011
Monday, October 4, 2010
Paella
Uma das vantagens de morar no exterior é que se faz amigos de diversas nacionalidades. Por exemplo, hoje eu fui convidada para almoçar na casa de uns amigos. Um deles é espanhol e, como ele mesmo gosta de deixar bem claro, além de espanhol ele é valenciano.
Ele importou o arroz especial para fazer paella e também trouxe uma panela própria para o famoso prato valenciano. A paella foi feita no fogo a lenha, para que o arroz tenha o aroma da madeira queimada. Antes da paella a gente também saboreou tapas (alguns aperitivos): tortilla, mariscos com molho de alho e bacalhau com pimentão. Vixe, nem preciso falar que estava tudo à altura de um banquete divino.
Essa minha experiência no exterior está me expondo a 8 ou 80 em termos de comida. Nesse último ano, comi comida que dava vontade de vomitar, mas também experimentei umas coisas dignas de cardápio nobre!
Ele importou o arroz especial para fazer paella e também trouxe uma panela própria para o famoso prato valenciano. A paella foi feita no fogo a lenha, para que o arroz tenha o aroma da madeira queimada. Antes da paella a gente também saboreou tapas (alguns aperitivos): tortilla, mariscos com molho de alho e bacalhau com pimentão. Vixe, nem preciso falar que estava tudo à altura de um banquete divino.
Essa minha experiência no exterior está me expondo a 8 ou 80 em termos de comida. Nesse último ano, comi comida que dava vontade de vomitar, mas também experimentei umas coisas dignas de cardápio nobre!
Sunday, October 18, 2009
Sunday, August 16, 2009
Pizza
Tá legal, pra quem já ouviu minha opinião sobre a pizza americana, eu peço que desconsidere. Ontem eu fui num restaurante em Greenwich Village (Arturo's) e comi pizza de linguiça com alho e cebola (queijo e molho, claro). A pizza estava boa, comparável com as paulistanas. Repare que eu escrevi comparável, que não significa melhor.
Tenho que admitir que eu tinha um certo preconceito sobre as pizzas americanas. Um dia um amigo, o Jon, disse que a pizza de NY era a melhor do mundo. Eu fiquei muito brava e ofendida, mas ele insistia dizendo brincando (eu acho) que os novaiorquinos reinventaram a pizza. Diante do meu insulto sobre esse comentário infame e depois de eu jurar que não havia melhor pizza do que a paulistana, meus amigos aqui de NY resolveram me levar no Arturo's.
E, para meu espanto, a pizza estava boa. Está certo que, como diria o Mazon, 'eu ja comi melhores' (e em São Paulo), mas até que deu para matar a saudade das pizzas domingueiras.
Tenho que admitir que eu tinha um certo preconceito sobre as pizzas americanas. Um dia um amigo, o Jon, disse que a pizza de NY era a melhor do mundo. Eu fiquei muito brava e ofendida, mas ele insistia dizendo brincando (eu acho) que os novaiorquinos reinventaram a pizza. Diante do meu insulto sobre esse comentário infame e depois de eu jurar que não havia melhor pizza do que a paulistana, meus amigos aqui de NY resolveram me levar no Arturo's.
E, para meu espanto, a pizza estava boa. Está certo que, como diria o Mazon, 'eu ja comi melhores' (e em São Paulo), mas até que deu para matar a saudade das pizzas domingueiras.
Friday, August 7, 2009
Novidades da semana
Esta semana mudei para o apartamento do Paulo, um senhor brasileiro e viúvo que trabalha de protético. O apê até que é legal e consigo cozinhar para economizar um pouco. Tem uma laundry (lugar com máquinas de lavar roupa e secar) no térreo que os moradores podem usar, basta colocar créditos em um cartão. Ainda não usei. Quando usar, conto os detalhes.
Bom, para quem quiser passar uns dias em NY hospedando-se num lugar barato, eu recomendo o apartamento do Paulo. Tem a desvantagem de você ter de dividir o apartamento com ele, por isso não cabe muita gente, só duas ou três pessoas. É claro que não tem toda a mordomia de um hotel. Mas além de gastar pouco com hospedagem, você também vai poder ver a vida como ela é em Nova Iorque. Quem quiser o telefone dele, posta um comentário com email que eu mando.
Ah, também consegui comprar um celular. O iPhone é muuuuuuuuito legal!
Eu fiz cartão na biblioteca de New York e agora posso usar qualquer biblioteca da cidade. Muitas delas tem acesso a internet e isso é ótimo. Tem uma que fica bem pertinho do apartamento do Paulo.
O bar tender do restaurante que fica embaixo do hotel que eu estava é brasileiro. O nome dele é Kiko e o pai dele, João, trabalha de camareiro no hotel. Foi o João que me indicou o apartamento do Paulo para eu ficar. Eles são de Petrolina-PE. O Kiko e umas amigas brasileiras dele me levaram num boteco (Miss Favela) que aos sábados tem samba ao vivo: Trem das 11, O que é o que é do Gonzaguinha. Bem legal. Eles servem umas comidas brasileiras, mas é tudo muito caro. A feijoada sai US$ 21 por pessoa (R$40). Uma facada! A maioria das pessoas que estavam lá eram brasileiras, mas os gringos caíram na folia! Um copo de caipirinha custa US$8 e ainda tem que dar gorjeta. Então, cada caipirinha feita com Velho Barreiro custa R$19. Mas o lugar vale a pena para matar a saudade do Brasil. Neste sábado estarei lá de novo!
Bom, para quem quiser passar uns dias em NY hospedando-se num lugar barato, eu recomendo o apartamento do Paulo. Tem a desvantagem de você ter de dividir o apartamento com ele, por isso não cabe muita gente, só duas ou três pessoas. É claro que não tem toda a mordomia de um hotel. Mas além de gastar pouco com hospedagem, você também vai poder ver a vida como ela é em Nova Iorque. Quem quiser o telefone dele, posta um comentário com email que eu mando.
Ah, também consegui comprar um celular. O iPhone é muuuuuuuuito legal!
Eu fiz cartão na biblioteca de New York e agora posso usar qualquer biblioteca da cidade. Muitas delas tem acesso a internet e isso é ótimo. Tem uma que fica bem pertinho do apartamento do Paulo.
O bar tender do restaurante que fica embaixo do hotel que eu estava é brasileiro. O nome dele é Kiko e o pai dele, João, trabalha de camareiro no hotel. Foi o João que me indicou o apartamento do Paulo para eu ficar. Eles são de Petrolina-PE. O Kiko e umas amigas brasileiras dele me levaram num boteco (Miss Favela) que aos sábados tem samba ao vivo: Trem das 11, O que é o que é do Gonzaguinha. Bem legal. Eles servem umas comidas brasileiras, mas é tudo muito caro. A feijoada sai US$ 21 por pessoa (R$40). Uma facada! A maioria das pessoas que estavam lá eram brasileiras, mas os gringos caíram na folia! Um copo de caipirinha custa US$8 e ainda tem que dar gorjeta. Então, cada caipirinha feita com Velho Barreiro custa R$19. Mas o lugar vale a pena para matar a saudade do Brasil. Neste sábado estarei lá de novo!
Monday, August 3, 2009
Alimentação
Já estou aqui há uma semana e minha mãe deve estar super curiosa para saber se eu ando me alimentando direito. Então este post é mais para tranquilizá-la. Mãe, vou fazer um resumo pra você.
No primeiro dia almocei 2 hot dogs com limonada, que custaram 8 dólares. A partir daí eu comecei ir em mercearias (que aqui eles chamam de grocery) e comprar coisas para fazer no hotel, já que o quarto tem uma cozinha pequena. Estou tentando evitar o famoso “miojo” e deixar essa maravilha gastronômica para uma emergência. Então, basicamente faço macarrão alho e oléo, salada de alface (que é a única verdura que eu cosigo reconhecer) e frutas de sobremesa.
Eu acho que as frutas devem ser meio caras, comparando como preço brasileiro. Como não costumava fazer compras antes, nem sei se está caro ou não, mas a idéia de comprar frutas por unidade me faz pensar que elas são caras. Comprei kiwi (R$0,50 cada), ameixa (R$1,40 cada) e cereja (R$12,00 o pacote com uns 1,5kg). A cereja é um caso a parte das frutas porque ela é vendida no pacote com um monte delas. Seguindo a lógica da unidade, acho que elas devem ser mais baratas que as outras frutas. Passo o dia todo comendo cerejas, nunca comi tantas na minha vida. É uma verdadeira overdose.
Há vários cafés em Nova Iorque e estão sempre cheios. As pessoas adoram e tomam de “balde”: O menor copo deve ter uns 300 ml. Como eu não gosto de café, isso não me atrai muito e eu prefiro fazer meu próprio café da manhã, no capricho: sucrilhos com leite, ovos, bacon e queijo cottage (em homenagem ao meu irmão) temperado com azeite e orégano no pão de 9 grãos. Depois arremato umas cerejas, só pra variar um pouco.
Experimentei também uma lasanha congelada: US$ 4.00 o pacote de 1Kg (que para mim dá para 2 refeições). Mas não gostei muito porque o molho era um pouco picante. Tive que comer com muita alface para aliviar o ardido e depois mais cereja para tirar o gosto da boca.
Interessante como quase todas as comidas todas tem tempero picante por aqui. Na rua do hotel tem um trailler de comida indiana. Sempre que passo por ali sinto aquele cheirinho bom, então outro dia resolvi comprar frango frito. Pedi sem molho algum, porque provavelmente o molho seria pimenta pura. Mas qual não foi minha surpresa (e tristeza) quando percebi que o frango por si só estava ardido! Por sorte, a vendedora colocou alguns pedaços de cordeiro para eu experimentar e até que estava bom.
Eu nem sei direito o que é cordeiro, mas no dia seguinte passei no trailler de novo e pedi cordeiro com arroz (US$ 5,50), sem molho, é claro. A moça colocou tudo num pacote de isopor e eu levei para o hotel para comer com salada de alface (preciso dar um jeito de descobrir outras verduras). Estava tudo gostoso, mas desta vez a surpresa foi o arroz. Eu já sabia que ele seria meio diferente porque tinha uma coloração amarela, mas eu nunca imaginaria encontrar tantos cravos e um pedação de canela em pau no meio do arroz. E nem era arroz doce!
Mãe, está certo que nada por aqui se compara à sua comidinha caseira, mas espero que você tenha aprovado o menu.
No primeiro dia almocei 2 hot dogs com limonada, que custaram 8 dólares. A partir daí eu comecei ir em mercearias (que aqui eles chamam de grocery) e comprar coisas para fazer no hotel, já que o quarto tem uma cozinha pequena. Estou tentando evitar o famoso “miojo” e deixar essa maravilha gastronômica para uma emergência. Então, basicamente faço macarrão alho e oléo, salada de alface (que é a única verdura que eu cosigo reconhecer) e frutas de sobremesa.
Eu acho que as frutas devem ser meio caras, comparando como preço brasileiro. Como não costumava fazer compras antes, nem sei se está caro ou não, mas a idéia de comprar frutas por unidade me faz pensar que elas são caras. Comprei kiwi (R$0,50 cada), ameixa (R$1,40 cada) e cereja (R$12,00 o pacote com uns 1,5kg). A cereja é um caso a parte das frutas porque ela é vendida no pacote com um monte delas. Seguindo a lógica da unidade, acho que elas devem ser mais baratas que as outras frutas. Passo o dia todo comendo cerejas, nunca comi tantas na minha vida. É uma verdadeira overdose.
Há vários cafés em Nova Iorque e estão sempre cheios. As pessoas adoram e tomam de “balde”: O menor copo deve ter uns 300 ml. Como eu não gosto de café, isso não me atrai muito e eu prefiro fazer meu próprio café da manhã, no capricho: sucrilhos com leite, ovos, bacon e queijo cottage (em homenagem ao meu irmão) temperado com azeite e orégano no pão de 9 grãos. Depois arremato umas cerejas, só pra variar um pouco.
Experimentei também uma lasanha congelada: US$ 4.00 o pacote de 1Kg (que para mim dá para 2 refeições). Mas não gostei muito porque o molho era um pouco picante. Tive que comer com muita alface para aliviar o ardido e depois mais cereja para tirar o gosto da boca.
Interessante como quase todas as comidas todas tem tempero picante por aqui. Na rua do hotel tem um trailler de comida indiana. Sempre que passo por ali sinto aquele cheirinho bom, então outro dia resolvi comprar frango frito. Pedi sem molho algum, porque provavelmente o molho seria pimenta pura. Mas qual não foi minha surpresa (e tristeza) quando percebi que o frango por si só estava ardido! Por sorte, a vendedora colocou alguns pedaços de cordeiro para eu experimentar e até que estava bom.
Eu nem sei direito o que é cordeiro, mas no dia seguinte passei no trailler de novo e pedi cordeiro com arroz (US$ 5,50), sem molho, é claro. A moça colocou tudo num pacote de isopor e eu levei para o hotel para comer com salada de alface (preciso dar um jeito de descobrir outras verduras). Estava tudo gostoso, mas desta vez a surpresa foi o arroz. Eu já sabia que ele seria meio diferente porque tinha uma coloração amarela, mas eu nunca imaginaria encontrar tantos cravos e um pedação de canela em pau no meio do arroz. E nem era arroz doce!
Mãe, está certo que nada por aqui se compara à sua comidinha caseira, mas espero que você tenha aprovado o menu.
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